“… quando ia dando lá pelas 23:20h, eu já ficava com o celular na mão, sabia que essa hora você chegava do skate com os amigos, isso já tinha virado rotina. Não o skate, mas a espera pelo seu sms. A coisa mais idiota que você escrevia, eu já entendia como um “você não saiu da minha cabeça, tanto que te escrevi”.Era engraçado, que na hora que entrava em casa, já ia me escrever, podia a voltar a ser assim, não é mesmo? Sabe, eu sinto falta dos seus sms. E de você. Você poderia me mandar um, até cheio de palavrões, nada é pior que esse silêncio exterminador. Podia haver uma forma, de fazer você pensar em mim como antes, ou pelo menos saber se passo pela sua cabeça quando passo na sua rua. Ou até mesmo você bater no meu portão. Não, isso não podia acontecer, porque é foda saber que se você vier, vai conseguir me levar.”
“Apaguei seu número dos meus contatos, mas ele insiste em ficar na minha memória.”
“Quando a gente se viu, seus olhos falaram:
É, eu perdi a garota da minha vida.
E os meus responderam:
Você ainda me tem, por toda a vida.”